Conclusão: o acelerador é o domínio do time sobre o substrato; e nenhuma decisão aqui é gosto: a escolha está escrita, com o que foi descartado e por quê. A pirâmide abaixo é o mapa; o vão fica fora, dito.
O que a SazAI é
Motores, componentes e documentação, dominados por quem os construiu
A SazAI é a plataforma: o substrato de inteligência e prova sobre o qual os produtos são construídos. Multi-tenancy, autenticação, linhagem, orquestração, camada de agentes, medição exata e decisões versionadas, feitos uma vez. A SazAI Corpus, o cofre e o design system são os produtos que já saíram dela, e cada um usa o mesmo motor em vez de reconstruí-lo.
Os painéis descem pela força da âncora, e cada um fecha com as suas referências em um bloco que expande, para quem quiser conferir. As citações seguem a norma ABNT NBR 6023, de 2018.
Ela não é plug and play para quem chega de fora. O acelerador não é o substrato; é o domínio do time sobre ele. Quem conhece os motores, os componentes e a documentação faz um produto SaaS novo partir do que já existe, e o resto desta página é a medida de quanto isso encurta o caminho.
A moldura desta ideia não é nova e não é desta página: é o oitavo dos nove pilares com que a SazAI se descreve, plataforma antes do produto. O que segue é a evidência dele.
O motor depende das normas de formato para existir
Degrau 1 · dependência de execução, a âncora mais forte que há
Se a norma estivesse errada no código, o motor não rodava. A referência não é mencionada; é dependida, e disso sai o determinismo.
Dados e fatos:
- Namespace do OOXML no motor: 237 ocorrências em 37 formas distintas (2026-09-01).
- Dublin Core como dependência: 22 namespaces. ISO 8601: a norma mais citada do banco, 60 ocorrências.
- A cadeia conferível: cláusula publicada → comentário da coluna no DDL → mapa de dados → coluna. Paráfrase proibida por regra escrita; DDL e mapa carregam a mesma cláusula, verbatim.
E o formato seguinte custa menos
O primeiro formato foi o PowerPoint, e ele custou o motor inteiro: ler, medir, traduzir, escrever de volta, comparar, tudo pela primeira vez. O segundo, o documento Word, custou uma ordem de grandeza menos. O terceiro, a planilha, mais uma. E o quarto, o PDF, custou o mesmo que o terceiro: a curva estabilizou. Não é uma lista de conquistas; é uma curva, e a curva é o argumento.
O PDF é o primeiro substrato que não é Office: um grafo binário de objetos em vez de zip mais XML. Se o motor tivesse apenas ficado bom em PowerPoint, o quarto formato teria custado como o primeiro. Custou como o terceiro. O motor não ficou mais rápido em PowerPoint; ficou agnóstico de formato, e os quatro formatos rodam hoje na mesma arquitetura, cada um com a sua garantia declarada. É por isso que o quinto vai custar o que custou o quarto, e é isso que esta página chama de aceleração.
Onde isso está registrado, dito antes de você perguntar. No git, não no diário institucional: a curva repousa em decisões datadas e em commits, que são a fonte certa para um intervalo, e é isso que se confere numa avaliação. Os tempos absolutos de cada formato ficam no documento técnico, com o comando que os deriva ao lado.
Referências e decisões registradas
O que está escrito, e o que foi descartado
- Ler cada formato pela norma, cláusula a cláusula; a heurística foi descartada porque não sobrevive a auditoria.
- Datas em ISO 8601 no sistema inteiro; metadados por Dublin Core.
- PDF aceito como primeiro substrato não-Office, citado pela norma dele.
Referências (ABNT NBR 6023:2018)
- ECMA INTERNATIONAL. ECMA-376: Office Open XML File Formats. Disponível em: https://ecma-international.org/publications-and-standards/standards/ecma-376/.
- ISO/IEC. ISO/IEC 29500: Office Open XML File Formats.
- ISO. ISO 32000-1: Portable Document Format. · ISO. ISO 19005: PDF/A.
- ISO. ISO 15836-1: Dublin Core. · ISO. ISO 8601: Date and time.
- IETF. RFC 5646: Tags for Identifying Languages.
- MICROSOFT. MS-PPTX · MS-DOCX · MS-OE376 · MS-ODRAWXML · MS-OFFCRYPTO: implementation notes.
- UNICODE CONSORTIUM. Unicode CMap specifications.
O corpo de conhecimento
Tudo o que decidimos, medimos e escrevemos, ligado, e navegável pelo time e pelos agentes
O domínio do time sobre o substrato tem um lugar onde mora: um cofre Obsidian que espelha o repositório. As decisões, o mapa de dados, os contratos dos agentes, as personas, a estratégia, as sessões de trabalho: cada nota liga às outras, e os hubs são as portas por onde uma pessoa ou um agente entra. É o mesmo grafo que o produto entrega ao cliente no cofre dele, usado primeiro em nós mesmos. Abaixo, o nosso, em movimento; passe sobre um hub para ver o que ele liga, e clique para abrir inteiro.
Até onde o mapa alcança, medido, e é a parte que mais vale. O grafo do cofre alcança 55 das 158 tabelas do mapa de dados e um dos cinco mapas de formato; o repositório alcança 158 de 158. Uma figura que mostrasse tudo ligado seria a única alegação desta página sem recibo atrás, numa página cujo assunto é que as nossas alegações têm recibo. O que está validado não é que tudo se conecta: é que sabemos exatamente o que se conecta e o que não. Onde o mapa é mudo, o repositório responde.
A proteção de dados é desenho, e desenho se audita
Degrau 2 · a lei virou schema, e o schema é conferível
O que a lei pede por escrito, o banco cumpre por estrutura. A verificação não é ler a nossa política; é auditar o schema.
Dados e fatos:
- Armazenamento permanente sem conteúdo de documento; conteúdo em banco separado, sensível e apagável.
- Isolamento por cliente como coluna, não como promessa: recortes nunca cruzam clientes.
- Certificação hoje: nenhuma. Controles desenhados para servir de evidência quando ela for buscada.
Referências e decisões registradas
O que está escrito, e o que foi descartado
- Privacidade por desenho e por padrão como arquitetura; a camada de compliance sobre banco comum foi descartada.
- A remoção chama-se retirada, não apagamento: a palavra mais forte foi descartada porque prometia alcance que backups não sustentam.
Referências (ABNT NBR 6023:2018)
- UNIÃO EUROPEIA. Regulamento (UE) 2016/679 (GDPR), art. 25.
- BRASIL. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 (LGPD).
- CAVOUKIAN, Ann. Privacy by Design: the 7 foundational principles. Toronto: IPC, 2009.
- ISO/IEC. ISO/IEC 27001. · OWASP FOUNDATION. Disponível em: https://owasp.org/.
A acessibilidade é medida, não declarada
Degrau 3 · norma citada é conformidade; número medido é desenho
O critério mora no componente, com o número ao lado do código, e o contraste é medido antes de uma cor entrar no sistema.
Dados e fatos:
- WCAG 2.2 AA em 51 arquivos do design system, com critérios citados por número (1.4.1, 3.1) (2026-09-01).
- Contraste medido por token:
--hue-lineagea 4,00 com a nota guia, nunca texto escrita dentro do próprio token;--text-faintreprovado por medir 2,56 sobre branco, e a reprovação registrada. - Daltonismo medido: o roxo avaliado sob deuteranopia, distância de cor ΔE 29,1.
- Zero decisões de arquitetura registram a WCAG; a âncora mais forte de acessibilidade da casa é invisível no registro de decisões, e registrá-la é trabalho por fazer.
O design system é produto, construído sobre padrão aberto
Degrau 4 · o acelerador das outras superfícies, em norma do W3C
O design system é produto da SazAI por ratificação (2026-08-26), com a função de acelerar os outros: os componentes que servem o marketing, o cofre e o showcase são os mesmos, e são padrão aberto, não framework proprietário.
Dados e fatos:
- Componentes sobre W3C Custom Elements e CSS Custom Properties; sem dependência de framework.
- Uma biblioteca, três superfícies servidas; temas claro e escuro e skins white label pelo mesmo mecanismo de tokens.
- Os tokens carregam as próprias medições e notas de uso (degrau 3), então a regra viaja com a cor.
Referências e decisões registradas
O que está escrito, e o que foi descartado
- Critério por número no componente que o cumpre; a página de política central foi descartada.
- Palavra fora de desenho: texto em HTML, geometria em SVG.
Referências (ABNT NBR 6023:2018)
- W3C. WCAG 2.2: Web Content Accessibility Guidelines, nível AA. Recommendation, 2023. Disponível em: https://www.w3.org/TR/WCAG22/.
O que está escrito, e o que foi descartado
- Web Components padrão; o framework proprietário foi descartado para o white label não depender de licença nossa.
- Held ao mesmo padrão de qualquer superfície: suíte que roda, guardas que recusam em build.
Referências (ABNT NBR 6023:2018)
- W3C. Custom Elements (HTML Living Standard). · W3C. CSS Custom Properties for Cascading Variables.
Os canais são capability: API e MCP mudam o que o produto pode ser
Degrau 5 · padrões abertos na porta, e o que eles habilitam
API aberta e MCP não são encanamento: são o que permite construir outras interfaces e conexões sobre o mesmo substrato, sem a gente na sala. Um agente de terceiros, um painel seu, uma integração de fluxo: o produto passa a poder ser essas coisas porque os canais existem.
Dados e fatos:
- O canal do agente é um resource server OAuth padrão: 401 sem credencial, descoberta publicada.
- Paridade como contrato: MCP ⊆ OpenAPI, tudo o que o MCP expõe existe na API aberta. Um substrato, vários leitores.
- Orquestração por ferramenta de execução durável de workflows, adotada pelo que garante, e o garantido é medido: trabalho morto não deixa estado parcial; sobrecarga degrada em fila, não quebra; nada falha em silêncio.
Referências e decisões registradas
O que está escrito, e o que foi descartado
- Autenticação e descoberta pelas RFCs; a convenção própria foi descartada.
- Canal novo não inventa superfície nova: a regra de paridade impede o MCP de virar uma segunda API.
Referências (ABNT NBR 6023:2018)
- IETF. RFC 8414: OAuth 2.0 Authorization Server Metadata. 2018.
- IETF. RFC 9728: OAuth 2.0 Protected Resource Metadata. 2025.
- IETF. RFC 8707: Resource Indicators for OAuth 2.0. 2020.
- OPENAPI INITIATIVE. OpenAPI Specification. Disponível em: https://spec.openapis.org/.
- ANTHROPIC. Model Context Protocol (MCP). Disponível em: https://modelcontextprotocol.io/.
Como a gente valida
Testes que recusam, auditoria com método, e os defeitos publicados ao lado dos acertos
A validação tem quatro camadas, e a ordem importa. Testes: 505 arquivos de teste no repositório, com a suíte do design system rodando a cada build. Guardas: verificações que recusam em tempo de build em vez de só reportar; um build que viola uma regra não sai. Carga: o teste de 2026-07-20, numa réplica fiel de produção, com 50 leituras concorrentes respondidas em 0,77 s, um job pesado com pico de 4,71 GiB contra um teto de 5, e ondas de cinco e dez jobs com zero falha, zero estouro de memória, zero corrupção. Sob sobrecarga o sistema entra em fila; ele não quebra. Auditoria interna: relatórios datados de estresse, destruição e segurança, com veredito por item.
Não somos certificados SOC2 nem ISO. O que temos é auditoria interna documentada, com método declarado e com os defeitos que ela encontrou publicados ao lado dos que ela passou. Um relatório nosso carrega, como seções próprias, defeitos encontrados, um falso positivo que eu quase publiquei e o que eu não consegui estabelecer. Um selo é a palavra de um terceiro; um método declarado, o leitor técnico julga sozinho. E as decisões escritas são projetadas para servir de evidência de controle quando a certificação for buscada.
O que esta página cita e o que ela não cita. Aqui está a existência dos relatórios e o método deles. Os vereditos item a item ficam no documento técnico que acompanha uma avaliação, porque publicar a lista de sondas com resultado no topo do funil entrega um mapa a quem não deveria ter um. A frase que a carga não autoriza: cinquenta simultâneos. São cinquenta assentos e um job pesado por vez; confundir os dois é o erro que esta página existe para não cometer.
Referências e decisões registradas
Metodologia externa declarada para o eixo de testes: nenhuma. Prática forte, guardas que recusam em build, relatórios datados; a fonte de método é interna, e dizer isso é parte do método.
Como a gente decide
Decisões escritas e datadas, e uma supersessão que risca duas frases e mais nada
Toda decisão de arquitetura da SazAI é um documento datado, com o contexto, a alternativa rejeitada e o motivo. São 61 na data desta página, e o número entra datado porque cresce; o comando que o deriva está nas referências deste painel. O que torna isso um recibo e não um arquivo morto é a supersessão: quando uma decisão nova contradiz uma antiga, ela diz exatamente qual frase da antiga deixa de valer, e a antiga recebe a marca no próprio corpo, na frase, e não no título.
O exemplo mais recente é de ontem. A decisão 023 fixava, entre outras coisas, o vocabulário com que o usuário nomeia as capacidades do produto. A decisão 061 superou duas frases dela, as duas sobre vocabulário, e deixou intacto tudo o que é sobre o motor, incluindo a cláusula que se acreditava violada e não estava. Três leitores competentes tinham lido essa cláusula do mesmo jeito errado, e a decisão registra os três nomes, porque uma decisão que guarda só a conclusão perde o motivo de três pessoas terem errado juntas.
Um número que esta página não publica. Quantas dessas decisões estão aceitas depende de quais palavras o contador admite no campo de estado, e cinco contadores competentes chegaram a cinco números diferentes esta semana. Ninguém errou: o campo nunca declarou o vocabulário dele. Publicamos a contagem datada, com o comando ao lado; a de aceitas só vai a público quando vier com o comando que a produz ao lado, do jeito que as 158 tabelas já vão.
E como escrevemos: um contrato interno, um degrau abaixo por honestidade
Degrau 6 · coerência interna registrada, um degrau abaixo de norma externa
O estilo de escrita, a nomenclatura e as convenções da casa estão num contrato versionado que os agentes citam. A âncora dele é coerência interna com decisão registrada, não norma externa numerada; isso é um degrau abaixo dos anteriores, e descer prova que a hierarquia desta página se aplica mesmo quando custa.
Dados e fatos:
- Um único padrão de escrita, versionado por revisão, citado por decisões e por agentes como contrato.
- Nomenclatura e convenções de nomes uniformes no sistema inteiro; norma citada nunca é parafraseada.
- Formatação, lint e varredura de segredos automatizados, declarados no padrão com fonte ao lado.
Referências e decisões registradas
O que está escrito, e o que foi descartado
- A contagem:
ls docs/corpus/pptx/tech_specs/ADR | grep -c '^ADR-'devolve 61 em 2026-09-01. O número cresce; o comando não. - As alternativas de nomenclatura foram rejeitadas por convergência entre três superfícies, e a rejeição está registrada com o motivo.
Referências
o contrato interno (`code_standards`, versionado) nomeia as suas fontes; esta página não o parafraseia.
O contrato interno (code_standards, versionado) nomeia as suas fontes; esta página não o parafraseia.
O que é recibo, e o que ainda é prática
Quatro capacidades com evidência; três declaradas, sem verbo no presente
Cada capacidade desta plataforma foi submetida a três perguntas: existe uma decisão escrita que a governa? existe uma medição? ou só funciona, sem que ninguém tenha escrito por quê? O que passa nas duas primeiras chamamos recibo. O resto é prática, e fica declarado como direção, do mesmo jeito que o roteiro abaixo declara o que ainda não existe. Uma página que apresenta sete capacidades onde três são recibo é mais fraca do que uma que apresenta quatro.
Recibo
Prática declarada
Os quatro à esquerda têm de onde ser conferidos, e os capítulos seguintes dizem onde. Os três à direita são para onde a plataforma vai, e nenhum verbo deles está no presente.
E o mercado: estudos com as ressalvas coladas
Degrau 7 · ancora onde jogamos, não como construímos
Este degrau sustenta posições, não engenharia, e por isso é o último: a âncora é a mais fraca da página e está rotulada como tal.
Dados e fatos:
- Sete casas: Gartner, BCG, McKinsey, Deloitte, Menlo Ventures, MIT NANDA, Stanford HAI.
- Ressalvas embutidas nas próprias entradas: preliminar dito preliminar (MIT NANDA, n=52); republicado dito republicado (Stanford/McKinsey); recorte regional dito regional (Deloitte, EMEA).
- O 79% da BCG prova o obstáculo, dado não estruturado sem governança; não prova a ponte.
- Pesquisa executiva é percepção, não financeiro auditado.
Referências e decisões registradas
O que está escrito, e o que foi descartado
- Plataforma antes de produto; comprar antes de construir.
- Sobre Shadow AI, só a forma citável: redução por caminho corporativo governado. "A SazAI resolve Shadow AI" foi descartada por não ter medição que a sustente.
Referências
as entradas completas em ABNT NBR 6023:2018 estão nos blocos desta página; das 25 do inventário, as consultadas online trazem Acesso em, como a norma exige, e as demais não, como a norma permite.
Roteiro: o que estamos construindo
O roteiro guarda as direções grandes, aquelas para onde a plataforma aponta e que ainda não foram construídas. Quando uma peça sai daqui, ela some desta lista e aparece na página da capacidade correspondente, com a data. Um roteiro que se move é a única prova de ritmo que não dá para escrever com adjetivo. Nada abaixo está entregue, e nenhum item deve pesar na sua decisão de hoje. Nada nesta página está entregue. Nenhum item daqui deve pesar na sua decisão de hoje, e nenhuma pessoa do nosso time deve apresentar qualquer um deles no presente do indicativo. O que está entregue está no walk do produto, com o que ele garante, e os limites do que existe estão em confie.
Inteligência de redlines e negociação
Comparar uma minuta com as revisões das partes, mostrar o que cada lado mudou, para onde o risco se deslocou e qual intenção o texto revela. O motor de comparação que sustenta isso já existe e roda hoje sobre versões de documentos. O que falta é a camada jurídica: entender que uma cláusula alterada não é apenas um parágrafo diferente.
Por que está no roteiro e não na estrada: é a direção com maior potencial de criar categoria própria, e é justamente por isso que ela é a mais fácil de vender cedo demais. Ela não existe.
Agentes especializados sobre o seu corpus
Agentes com escopo próprio, construídos sobre o conhecimento que já está no seu cofre: um tutor que ensina a partir do material real da sua empresa, um acompanhante de adoção para um processo novo, um avaliador que verifica competência citando a fonte que usou.
O que já está de pé por baixo: o corpus, a linhagem, o agente conversacional e a citação de fonte. O que falta: a especialização por tarefa, com limites e regras próprias por agente.
Substrato para uma frota de agentes governados
O passo seguinte do anterior, e o de maior alcance. Cada área da empresa alimenta o cofre com os seus documentos, e os agentes que essa área já usa consultam esse cofre em tempo de execução, por arquivo ou por protocolo, para qualquer pergunta sobre a empresa. Uma fonte governada debaixo de uma frota inteira, em vez de ferramentas de IA soltas que ninguém audita.
Por que isso é roteiro e não promessa vaga: o mecanismo de adoção é concreto e já existe em parte, porque o cofre é portátil e consumível por fora. O que falta é a governança da frota, e ela não está construída.
Coisas que existem e que a gente ainda não consegue te mostrar
Estas são lacunas de evidência, não funcionalidades ausentes. A capacidade está lá; a prova pública não está, e enquanto não estiver a gente prefere listar a lacuna a contorná-la.
- Exportação do cofre demonstrada. O cofre existe e é texto simples com links; o que falta é uma demonstração publicada que qualquer pessoa reproduza sem falar com a gente. Até lá, é conversa de diligência e não item de página.
- Suficiência do histórico para auditoria formal. O registro existe e serve como evidência de controle. Se ele fecha um requisito específico de auditoria do seu setor é uma pergunta que a gente responde caso a caso, não uma afirmação de página.
- Escala acima do que medimos. Volumes na casa de centenas de milhares ou milhões de documentos não foram exercitados. É projeto de dimensionamento antes de ser compra.
Coisas que ainda não existem
Estas são funcionalidades ausentes, e arquivá-las em qualquer lugar mais macio diria a você que elas estão lá e que a gente só não consegue mostrar. Elas não estão lá.
- Verificação visual fiel. O sistema mede estrutura e conta elementos; ele não olha a página final. Um verificador visual dentro do produto não existe.
- Exclusão que alcança as cópias de segurança. Hoje a exclusão é completa nos sistemas vivos e não alcança backups dentro da janela de retenção. O caminho técnico está definido e ainda não construído. O escopo exato está em privacidade e soberania.
- Remover o conteúdo e desativar a conta, numa ação pela interface. Hoje a exclusão de documentos existe e leva os derivados junto; fazer isso de uma vez para tudo não está construído, e o encerramento é feito a pedido. O nome é proposital: apaga o conteúdo e desativa a conta, porque o rastro de quem acessou o sistema permanece.
Como esta página é mantida
Um item sai daqui quando ele existe e foi medido, não quando ele está quase pronto. Quando sai, ele entra na página da capacidade com o que garante e onde para. Se você acompanha o SazAI por algum tempo, esta página é onde o ritmo aparece.
Onde a borda passa
Três limites que um leitor técnico testa primeiro, ditos antes do teste
A borda do provedor. A linhagem acompanha cada trecho de texto até ele sair para o modelo de linguagem e recomeça quando ele volta. Nenhuma tabela nossa registra o que aconteceu do outro lado; quem pergunta prove o que fizeram com o meu texto dentro do modelo recebe os termos de retenção do provedor que contratou, e numa instalação sua o provedor é escolha sua. A página de soberania diz onde isso para.
A exclusão de licenças copyleft. Nenhuma biblioteca AGPL entra no motor, e isso está escrito no arquivo de dependências como decisão de projeto documentada. É um comentário, não um portão: nada quebra o build se alguém a ignorar. Dizer isso é mais forte do que fingir que é portão, porque quem abre o arquivo vê em dez segundos.
Os agentes. Este sistema é construído por uma equipe de agentes com escopo declarado e uma cadeia de revisão, e a comunicação entre eles é prática, não recibo: não há decisão escrita que governe o canal, e os modos de falha dele foram medidos por nós esta semana. Está no lado direito do livro-razão, e é para lá que ele vai.
Tudo o que esta página afirma tem um comando ou um documento atrás, e o que não tem está dito como direção. Se algo aqui não puder ser reproduzido numa avaliação sua, isso é um defeito nosso e queremos saber antes de você. O produto que saiu primeiro desta plataforma é o que você vê quando um documento entra.
O que esta pirâmide não sustenta
Uma pirâmide honesta diz o que fica de fora dela.
Dados e fatos:
- Cinco referências da doutrina em zero artefatos de engenharia: W3C PROV · ZAHARIA et al., compound AI systems (BAIR, 2024) · XU et al., GraphRAG (SIGIR, 2024) · literatura de model routing · CommonMark/GFM. Moldaram o pensamento; nenhuma decisão registrada saiu delas.
- Testes: prática forte, guardas que recusam em build, relatórios datados; metodologia externa declarada: nenhuma. Dito nessas palavras, sem vizinho plausível.
- E o achado que sustenta a conclusão inteira, medido nas decisões com alternativa em cabeçalho: em onze de onze, quem decidiu foi um princípio de engenharia, não uma referência externa. A norma sustenta; a escolha é nossa, e está escrita.
Números medidos em 2026-09-01 sobre conjuntos que crescem: quem repetir a medição amanhã deve esperar números maiores, não iguais.