Um arquivo que você abre é uma coisa; um documento que você pode auditar é outra. O que muda entre os dois é a leitura que acontece na entrada, uma vez, e tudo o que fica guardado por causa dela.

A unidade do seu formato

A conversa muda de palavra porque a unidade muda de natureza

Uma apresentação tem slides. Um documento tem seções. Uma planilha tem abas. Um PDF tem páginas, que já são a renderização final e não um espaço a ser desenhado. As telas e o agente usam a palavra do seu formato, e não a palavra do formato mais comum.

slideapresentação
seçãodocumento
abaplanilha
páginaPDF

Documentos de texto são o único caso em que duas palavras são necessárias, e vale dizer por quê. Um documento é contado em páginas, que é o que você vê e o que você diria em voz alta. Ele é analisado por seção, e seção aqui é uma quebra de layout, ou seja tamanho de página, orientação, margens, cabeçalhos, colunas. Um documento sem quebra explícita tem uma seção só, então para um documento comum de empresa o exame a fundo é por documento e não por página. Essa diferença fica dita em vez de alisada.

O raio-X, inteiro

Uma leitura, na entrada, e tudo o que o pacote carrega fica com endereço

Um arquivo Office é um pacote, e a SazAI Corpus lê o pacote inteiro, uma vez, por um motor que lê a norma do formato e não interpreta. O raio-X é o que sai dessa leitura, e ele é mais completo do que a apresentação mostrou.

texto com origemcada trecho, o slide e a forma de onde veio
comentários com estadoautor, âncora, fio, resolvido, com tarefa
notas e ocultoso que o apresentador ia dizer, e o que escondeu
propriedadesquem criou, quando revisou, o que mudou

Cada texto fica amarrado ao slide e à forma de onde veio, com a formatação que ele carrega. Os comentários vêm com autor, âncora, fio de respostas e os dois estados que importam, resolvido e com tarefa. As notas do apresentador vêm inteiras. Os links, as imagens e os slides ocultos aparecem, e o slide que alguém escondeu aparece para você, marcado como oculto. As propriedades dizem quem criou e quando revisou.

A frase que alguém colou na sétima apresentação e ninguém sabe de onde veio: o raio-X sabe. É isso que serve para auditoria, porque cada afirmação do documento tem endereço, e o endereço é do arquivo e não da nossa opinião sobre ele. Nada além do que está lá dentro.

O que o motor mediu

Um deck sabe que está se repetindo antes de você

O motor mede o documento inteiro e guarda o resultado sob a linhagem daquela execução, ou seja qual arquivo gerou o quê. Os sinais têm nome:

quase iguaisdentro de um deck e entre os doze
título ≠ corpoo que promete e o que diz
vai estourara caixa, quando traduzido
idioma misturadoe o termo escrito de dois jeitos

Determinística, e sem opinião. O motor te diz que a terceira e a nona apresentação são quase a mesma; o que fazer com isso é conversa com o agente. As medições de cada documento ficam disponíveis para leitura comparada entre documentos, então um portfólio inteiro se lê sem abrir um arquivo por vez.

Edições e comparação

Três relações declaradas antes do primeiro número

A sua proposta está na quarta versão e ninguém lembra o que a terceira dizia. Cada edição sua, tradução ou revisão, entra no cofre como documento completo, com raio-X e medição próprios. Comparar põe o seu original na primeira coluna, sempre, e declara a relação entre os dois antes de mostrar a primeira diferença: tradução, revisão ou independentes. Sem relação declarada, a comparação não aparece.

o seu originalsempre na primeira coluna
a relação, declaradatradução · revisão · independentes
a ediçãodocumento completo, com raio-X próprio
Abrir o comparador

E o que a comparação te devolve não é uma impressão: numa edição de 45 slides, 633 elementos antes e 633 depois. O texto mudou; a estrutura, não. Contado, não estimado. A diferença entre isso e abrir dois arquivos lado a lado é que o resultado fica guardado por unidade e pode ser reaberto depois, por outra pessoa, sem refazer o trabalho e sem depender de quem comparou.

Original e derivado ficam ligados

A relação sobrevive à saída de quem a criou

Quando um documento gera outro, a ligação é gravada, e o derivado é um nó completo com o mesmo tratamento do original: ele é lido pelo motor, medido e navegável por conta própria.

Isso resolve um problema que parece pequeno e não é. Numa pasta, o original e as suas cinco traduções são seis arquivos que só uma pessoa sabe relacionar, e ela sabe até mudar de time. Aqui eles são um original com cinco derivados declarados, e ninguém precisa lembrar de nada para reconstruir a relação.

O registro não é escrito depois por alguém que observou a operação. Ele nasce da própria operação, e é por isso que ele não pode discordar dela. Cada ligação dessas é também uma sinapse do seu cofre, e o desenho inteiro delas é a rede que o seu cofre vira.

O que o recibo prova, e o que ele não prova

Evidência de controle, dita com a borda junto

O recibo prova que a operação aconteceu, sobre qual versão, com quais parâmetros, e o que ela alterou. Uma tradução registra a completude por segmento, os termos de glossário aplicados e o que chegou ou não chegou ao arquivo final. Uma reescrita registra quais campos foram alterados e quais foram mantidos.

Ele não prova que o resultado ficou visualmente bom, porque o sistema mede estrutura e não olha a página final. Ele também não é auditoria certificada: se esse histórico atende a um requisito específico de auditoria do seu setor é uma pergunta que a gente responde caso a caso, e não uma afirmação de página.

Um comprador cético costuma resumir a questão de um jeito direto, ou seja a IA gerou alguma coisa, e agora, como eu sei que posso usar. A resposta que a gente prefere não é pedir confiança no modelo. É mostrar o que aconteceu com o arquivo.

Tudo isso mora no seu cofre, e nada mora solto: cada documento está ligado às suas edições, cada edição ao seu recibo, cada comparação aos dois lados. Quem interpreta o que foi medido é o agente da SazAI Corpus, lendo o mesmo cofre que você e sem outra fonte além do seu.