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title: "Cada execução com recibo, e a borda dita."
seo_title: "Linhagem, recibo e a borda declarada de cada entrega | SazAI"
description: "Cada execução guarda de onde veio e o que produziu, a borda é dita por nós, e cinco provas se exigem antes de assinar."
tags: [marketing, dimensao/confie]
icon: check
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> Quem responde a um auditor não precisa de uma promessa, precisa de um registro que o auditor consiga abrir sozinho. Cada execução da SazAI Corpus guarda de onde veio e o que produziu, e esta página também diz onde essa cobertura termina.

<div class="chap">

<div class="ico-col"><sz-icon style="color:var(--verb-trust)" name="check" size="36"></sz-icon></div>

<h2 id="what-is-recorded">O que fica registrado</h2>

<h3 class="sub">Cada execução guarda de onde veio e o que produziu, passo a passo</h3>

Toda execução deixa um rastro por passo: qual arquivo entrou, o que cada etapa produziu, o que
falhou e por quê, quanto custou. A <dfn data-hint="O registro de qual arquivo gerou o quê, gravado como coluna no banco e não como convenção de nome.">linhagem</dfn> é coluna, não convenção: *este arquivo veio daquele* é
verificável por consulta, não por confiança. E o trabalho que falhou também fica registrado e
é cobrado como o que passou, que é a alegação mais difícil de imitar que esta página faz. A
comparação entre versões é a parte do rastro que mais se usa, e ela está contada:

<figure class="viz" role="group" aria-label="Mil novecentos e um achados de comparação medidos nos quatro formatos, em catorze execuções">
<div class="ev proof"><span class="n">1.901</span><span class="t"><b>Achados de comparação, contados nos quatro formatos</b>267 em PPTX, 167 em DOCX, 338 em XLSX e 1.129 em PDF, em catorze execuções de comparação. Não é uma amostra nem uma estimativa: é o que o motor registrou, e o número volta igual para quem repetir a consulta.</span></div>
<figcaption>Medido na nossa base em 2026-08-28. O recibo desta página é a própria página: o número está aqui porque pode ser refeito.</figcaption>
</figure>

O rastro inteiro de um documento, o raio-X, as edições e o que cada recibo prova, está em
[seus documentos](documents).

</div>

<div class="chap">

<div class="ico-col"><sz-icon style="color:var(--verb-trust)" name="info" size="36"></sz-icon></div>

<h2 id="receipt-edge">O recibo tem borda</h2>

<h3 class="sub">Até onde a linhagem cobre, e exatamente onde ela para</h3>

A linhagem acompanha cada trecho de texto até ele sair para o modelo de linguagem, e recomeça
quando ele volta. Nenhuma tabela nossa registra o que aconteceu do outro lado. Quem pergunta
*prove o que fizeram com o meu texto dentro do modelo* recebe os termos de retenção do provedor
que contratou, e numa instalação sua o provedor é escolha sua. Dizer onde o recibo termina é
parte do recibo, e é a frase que esta página existe para não deixar de dizer.

<figure class="viz edge" role="group" aria-label="A linhagem cobre da entrada até o envio; no provedor a linha se interrompe e segue aberta">
<span class="seg on"></span><span class="cut">o provedor começa aqui</span><span class="seg off"></span>
<div class="lbl"><span><b>coberto pela linhagem</b>upload, extração, medição, edição, saída</span><span></span><span><b>fora da nossa borda</b>o texto enviado ao modelo segue os termos do provedor</span></div>
<figcaption>A linha se interrompe de propósito. Um traço inteiro aqui diria em geometria o que a frase não pode dizer.</figcaption>
</figure>

</div>

<div class="chap">

<div class="ico-col"><sz-icon style="color:var(--verb-trust)" name="book" size="36"></sz-icon></div>

<h2 id="privacy-child">As propriedades que você audita</h2>

<h3 class="sub">Onde o dado mora, o que sai da sua zona, e o que a exclusão prova</h3>

O armazenamento permanente não guarda conteúdo de documento: guarda estrutura, medição e
linhagem, e a forma de conferir isso não é ler uma política, é auditar o schema. A exclusão
aqui se chama <dfn data-hint="O documento sai do seu cofre e das suas derivadas, e o conteúdo sensível é apagado; as cópias de backup podem levar até sete dias para acompanhar.">retirada</dfn>, porque apagamento afirmaria um alcance que nenhum sistema com
backups e provedores no caminho sustenta, e trocar a palavra foi mais barato que sustentar a
promessa. O argumento inteiro, o schema, as duas bordas da zona de controle, a exclusão com
prova e a portabilidade, mora em [privacidade e soberania](privacy).

</div>

<div class="chap">

<div class="ico-col"><sz-icon style="color:var(--verb-trust)" name="settings" size="36"></sz-icon></div>

<h2 id="platform-child">A plataforma por baixo</h2>

<h3 class="sub">Decisões escritas, validação com método, e o roteiro sem verbo no presente</h3>

Cada capacidade responde a três perguntas: existe uma decisão escrita que a governa, existe
uma medição, ou só funciona sem que ninguém tenha escrito por quê. O que passa nas duas
primeiras é recibo; o resto é declarado como direção, com data e sem verbo no presente. As
decisões, as referências de cada bloco e o roteiro do que ainda não existe estão em
[plataforma](platform).

</div>

<div class="chap">

<div class="ico-col"><sz-icon style="color:var(--verb-trust)" name="warning" size="36"></sz-icon></div>

<h2 id="not-here">O que a gente recomenda que você não faça aqui</h2>

<h3 class="sub">Um contrato de produto precisa ter fim declarado</h3>

Não use a SazAI para reconstruir a estrutura de um documento: o motor altera conteúdo dentro
da estrutura que existe, e não cria, apaga nem reordena unidades. Não trate a criação assistida
como entrega final: é a operação menos madura do conjunto e exige revisão humana. Não conte com
tradução de PDF em qualquer idioma: destinos que o desenho ainda não sustenta são recusados ou
avisados na escolha, nunca depois da entrega. Não espere verificação visual automática: o
sistema mede estrutura e conta elementos, e a última olhada na página é humana. E não use os
recibos como auditoria certificada: eles são evidência de controle, e se fecham um requisito
formal do seu setor é conversa caso a caso, com o requisito na mesa.

Recusar em silêncio é pior do que avisar. Um limite que deixa de existir sai daqui com data,
e vira linha na página que o media.

</div>

<div class="chap">

<div class="ico-col"><sz-icon style="color:var(--verb-trust)" name="search" size="36"></sz-icon></div>

<h2 id="prove-it">Prove, não acredite</h2>

<h3 class="sub">Cinco coisas que você pode exigir antes de assinar qualquer coisa</h3>

Cinco coisas que você pode exigir numa avaliação, e nenhuma depende da nossa palavra: o recibo
de uma entrega sua, item a item; a linhagem de qual arquivo gerou o quê; o schema, para auditar
onde o dado mora; a borda, declarada por nós e não descoberta por você; e a retirada,
executada, com o que ela não alcança. Peça a exportação e abra na sua ferramenta; peça uma
chave e chame a API você mesmo; suba um documento seu, traduza e compare, e receba a contagem
antes e depois. Se qualquer uma não puder ser executada numa avaliação sua, isso é um defeito
nosso, e queremos saber antes de você.

<figure class="viz" role="group" aria-label="Cinco exigências que um comprador pode fazer antes de assinar">
<div class="five">
<div><b>O recibo</b>de uma entrega sua, item a item</div>
<div><b>A linhagem</b>de qual arquivo gerou o quê</div>
<div><b>O schema</b>para auditar onde o dado mora</div>
<div><b>A borda</b>declarada, não descoberta por você</div>
<div><b>A retirada</b>executada, e o que ela não alcança</div>
</div>
<figcaption>Cinco exigências, e nenhuma delas pede confiança.</figcaption>
</figure>

Quem responde é quem constrói, e o endereço é um: [contato](contact). É com isto que as outras
quatro belezas se sustentam: o que você [vê](see), [pergunta](talk), [traduz](translate) e vai
[criar](create) passa por aqui e deixa rastro.

</div>

<style>
/* THE RECEIPT HAS AN EDGE, AND THE FIGURE HAS TO DRAW THE EDGE RATHER THAN THE PROMISE.
   Trait 3 forbids the sentence "end to end through the model", so a figure that draws one
   unbroken span would say in geometry exactly what the prose is forbidden to say. The covered
   run is solid; where the provider begins, the line BREAKS and continues open. Same move the
   `/platform` curve makes with PDF: the break is the argument, not a blemish on it. */
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